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Agilizando seus conceitos.

O momento certo para contratar um arquiteto

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CIO de provedora norte-americana conta os motivos que levaram à contratação e à demissão de um enterprise arquitect

Sunil Shah, da CIO Índia

Fora os jargões e as diferentes nuances do cargo, o arquiteto profissional (ou enterprise architect, em inglês) é basicamente o profissional que entende as necessidades do negócio e descobre tecnologias adequadas a essas demandas. Ele tem como objetivo abolir silos, melhorando os modelos de colaboração e alinhando a TI aos negócios. Além disso, deve traduzir o ‘tecniquês’ em uma linguagem compreensível para toda a corporação.

 

Todas essas atribuições não deveriam ser do CIO? Não, de acordo com Alok Kumar, CIO da Reliance Infosolutions – provedora de serviços norte-americana. Se, hoje, as organizações de grande porte têm centenas de bases de dados e muitos silos, ele analisa: “é o próprio CIO que criou esse cenário. Assim, existe a necessidade de que alguém do time dele corrija isso.”

 

Kumar conta que essa realidade levou a Reliance a contratar um arquiteto profissional em meados de 2007. De acordo com o executivo, na época, existia a necessidade de trabalhar com uma arquitetura que fosse mais robusta e escalável, mesmo com múltiplos departamentos e equipes.

 

Além dessas responsabilidades, o novo arquiteto foi alocado para analisar o hardware e a base de dados em uso, bem como as aplicações, com o intuito de garantir o máximo de eficiência para os casos de necessidade de atualização ou de incorporar novas funcionalidades. “A idéia foi garantir que todo o sistema fosse flexível”, reforça Kumar, citando que isso também facilita a criação ou a compra de novos aplicativos.

 

Apenas um ano depois da contratação, por conta do cenário de crise econômica, a Reliance decidiu dispensar seu arquiteto. “Existem pessoas que não agregam valor em momentos de emergência. Eles conseguem melhorar as coisas, mas não olham para as questões que, normalmente, são cruciais para a organização em períodos de crise”, cita o CIO.

 

Outro motivo para a companhia optar por abrir mão do arquiteto foi a dificuldade de provar o retorno sobre o investimento que esse profissional poderia trazer para a companhia. “É difícil para um enterprise architect mostrar o trabalho dele para quem define o destino dos investimentos e que tem pouco entendimento da TI”, cita Kumar, que complementa: “Na crise, as empresas pensam apenas em resultados e vão perguntar ao arquiteto o que ele faz? E a resposta vai ser: ele cria diagramas.”

Mesmo com todos os problemas para justificar a contratação de um arquiteto profissional, o CIO da Reliance acredita que essa figura é indispensável para o bom trabalho da TI em organizações que

 

“Os arquitetos são uma boa escolha quando existem diversos sistemas, dados e regulamentações”, conclui Kumar, citando que o salário de um bom profissional nessa área começa em US$ 69 mil por ano.

Fonte: CIO

Escrito por renatojcastro

Abril 22, 2009 em 12:25 pm

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as provas acabam com qualquer ser humano :/

Renato Castro

Escrito por renatojcastro

Abril 9, 2009 em 5:28 am

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Empreender com Conhecimento

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Publicado em 30/03/2009 por bruno

Ok, você sabe! Mas e daí?

Muitas pessoas que se graduam ficam bastante perplexas por não conseguirem vender seus serviços no mercado nem entrar em uma empresa. Isto se dá por um motivo simples:O que entendemos como sendo EDUCAÇÃO nem sempre dá conta de atender à realidade do mundo atual.

Na verdade o termo educar vem de educere, que significa extrair, trazer à tona algo que está dentro daquele que aprende. Aprender não é, de forma alguma, acumular informação ou decorar um livro inteiro de procedimentos.

Aprender é compreender o conhecimento e dialogar com ele a partir de uma postura ativa e inquisitiva, e principalmente, ser capaz de usá-lo. Isto é o que pode ser chamado de empreender com o conhecimento. Muita gente por aí anda cheio de informação na cabeça, mas não faz a mínima idéia do que fazer com ela.

Ora, informação sem empreendedorismo é como ter um carro – às vezes uma Ferrari – e não saber dirigir. Tem gente que é tão inteligente, mas tão inteligente que não faz mais nada além de ser inteligente. Conhece gente assim? São pessoas muitas vezes cultas, possuidoras de informações valiosas, mas que não aprenderam a empreender com a informação que têm.

E se a pessoa não desenvolve ao longo da vida este tipo de postura, fica mesmo difícil agir sobre o mundo, enxergando o ambiente e descobrindo soluções criativas para lidar com ele em tempo real — que é exatamente o que as empresas e o mercado esperam que você faça hoje.

Educação passiva e pouco empreendedora, eis o problema de muitos; ainda na graduação podemos perceber os reflexos disto na postura de muitos alunos, especialmente no “fervor” com que alguns realizam seus trabalhos de conclusão de curso.

Mas, como sabemos, o maior prejuízo que este tipo de “educação” acarreta não costuma ter conseqüências tão negativas em nossas vidas enquanto estamos na universidade. A coisa complica mesmo é quando saimos e vamos procurar um lugar no mundo do trabalho de hoje.

As organizações estão se tornando grandes universidades, algumas até fazendo grandes descobertas; mas são “universidades” que escolhem seus alunos a dedo. Com o aumento da complexidade dos processos e o crescimento constante da concorrência o contexto já sinaliza que agora só há mesmo lugar para pessoas criativas e empreendedoras, capazes de se diferenciar a partir de posturas ativas e responsáveis.

Entenda: as empresas não vão selecionar você apenas pelas informações que você tem. E sim pelo que você for capaz de fazer, e ainda mais pelo que você for capaz de aprender a fazer com estas informações.  Não te escolherão apenas pelas respostas que você tiver, mas principalmente pela qualidade das perguntas que você faz.

A verdade é que as organizações e o mercado esperam hoje que façamos o que em geral não aprendemos a fazer na escola, que é sair do padrão, buscar espontaneamente o aprendizado, “dialogar” com as informações do ambiente e executar ações inteligentes a partir destes diálogos.

Empreender com o conhecimento, isto é o que importa!

Fonte: Carreira e Sucesso

Escrito por renatojcastro

Março 31, 2009 em 1:31 pm

Publicado em Carreira

O mercado para o especialista em SEO: boas perspectivas

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março 29, 2009 by Vinicius

Dando continuidade à temática deste blog, vamos abordar mais uma profissão emergente do mundo Web: é o especialista em SEO. SEO (acrônimo de Search Engine Optimization, em português, Otimização de Mecanismos de Busca) é uma especialização que merece destaque nesse boom da web, principalmente aqui no Brasil, com o aumento considerável da inclusão digital (últimas pesquisas mostram que o brasileiro passa e vezes mais tempo na web do que vendo TV, dá pra acreditar???). E a matemática é simples: quanto mais visível um site nos mecanismos de busca para o maior número de usuários, mais chances ele tem de ser acessado. Isto pode significar um alto tráfego de usuários , que por sua vez se converte em bons acordos ($$$) de patrocínio. Resumindo, um trabalho que se paga. Mas o que faz um especialista em SEO? O profissional especialista nessa matéria busca otimizar as páginas de um site de forma que eles configurem nas primeiras posições dos melhores mecanismos de busca, quando a busca é orgânica.

seoimage1

Orgânica??

Busca orgânica, ou também chamada de natural, é quando alguém digita livremente uma ou mais keywords (palavras-chave) para busca, de acordo com seu interesse. É o resultado gratuito, ao contrário do que ocorre nos links patrocinados, onde ao adquirir um pacote de clicks sobre um determinado conjunto de keywords, o site é mostrado no topo até que esses cliques se esgotem, como no cado do famoso programa Adwords do Google.

O problema é que…

Especialistas dizem que 40% dos cliques vêm de links patrocinados, e que os outros 60% são decorrentes da busca orgânica. (Daí a importância de um profissional de SEO)

Vamos a um exemplo: este site foi otimizado para que aparecece com uma boa classificação nos mecanismos de busca para um certo conjunto de palavras as quais considero chave para que você encontre o Carreira de TI. Se você pesquisar no Google as palavras carreira ti ou ainda certificação ti e fazer a busca, mais de 1.500.000 de sites aparecerão com esses termos e o site carreira de TI aparecerá no topo.

Provavelmente você chegou até aqui através de um mecanismo de busca, entendeu a importância? Pesquisas apontam que as pessoas, ao efetuarem buscas, não vão além da segunda página de resultados, daí a importância de que um site apareça na melhor classificação possível.

O que você precisa conhecer para ser um profissional especialista em SEO?

  • Conhecimentos em Web Design, php, java, ccs, html, protocolos, mysql são algumas das habilidades.
  • Voracidade em pesquisas e novas tecnologias é essencial para não ficar desatualizado. Interação constante em fóruns e redes sociais.
  • Inglês é basico aqui (então aproveite para aprender inglês de graça), porque as melhores escolas no assunto são de lingua inglesa, e é onde você encontrará as melhores ferramentas de apoio para um profissional interessado em se destacar na área.

E claro, procure conhecer o terreno como a palma de sua mão. Esse terreno, para o SEO, são os melhores mecanismos de busca e suas regras de classificação de sites, bem como o que não fazer para evitar ser punido (ter o site excluído do mecanismo de busca por atitudes ilícitas).

Cada mecanismo tem suas peculiaridades e fazem uso de complexos algoritmos para classificarem os sites da forma mais justa possível sempre tendo como objetivo apresentar dados realmente relevantes aos usuários.

Bons salários…mesmo sem graduação!

Segundo entrevista concedida ao IDGNow, Thiago Bacchin, Chief Executive Officer (CEO) da Cadastra, empresa especializada em marketing em sites de busca, e vice-presidente do Comitê SEM da IAB Brasil, os salários de SEO estão avaliados entre 4.500 reais, para profissionais ainda sem diploma de graduação, e 7.000 reais para os já formados.

Onde aprender sobre SEO em português?

Vá na página Onde Estudar, lá você encontrará dois sites muito interessantes, com cursos introdutórios sobre o assunto, em português e ainda grátis. Um excelente ponto de partida.

Mesmo que você não decida  por trabalhar com SEO, é um conhecimento essencial para quem pretende ter qualquer tipo de negócio na Web…que tal começar?

Fonte: Carreira e Certificações em TI

Escrito por renatojcastro

Março 31, 2009 em 1:24 pm

Publicado em Carreira

Mapeamento de Estórias Dão Contexto a User Stories

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Postado por Chris Sims, traduzido por Ricardo Yasuda em 27 Mar 2009 01:08 PM

A noção do Scrum de ‘backlog’ é uma lista priorizada de user stories para o time implementar. Isso funciona bem para organizar no que o time deve trabalhar no curto prazo, isto é, durante o planejamento do sprint. No Orlando Scrum Gathering, Jeff Patton descreveu o mapeamento de estórias. Este é um jeito de organizar estórias que fornecem conteúdo mais rico e pode ajudar no planejamento de release.

O tópico de mapeamento de estórias não é novo para Jeff. Ele escreveu sobre isso em 2005 e novamente em 2008. Durante o espaço aberto no Orlando Scrum Gathering de 2009, ele compartilhou seu último pensamento sobre a prática.

Apesar de que um mapa de estórias não necessariamente seja um substituto de um product backlog, ele é útil para compará-los e contrastá-los. O product backlog é essencialmente unidimensional. User stories são organizadas da mais alta para a mais baixa prioridade. Um mapa de estórias é bidimensional, indicando a prioridade das estórias, assim como sua relação com as outras e com os objetivos maiores dos usuários. O mapa ajuda o time a entender como estórias se ajustam para formar um produto lançável.

O processo começa com a identificação dos usuários do sistema, e as atividades que eles farão. No artigo do Jeff de 2005, ele deu o exemplo de um software para uma loja. As atividades principais dos usuários eram:

  • Criar ordem de compra para fornecedor
  • Receber carregamento do fornecedor
  • Criar etiquetas para os itens
  • Vender itens
  • Retornar itens
  • Analisar vendas

Mike Cohn refere-se a essas atividades como ‘épicos’. Jeff os referencia como ‘a espinha dorsal’ do mapa de estórias. Eles descrevem, num alto nível, tudo o que o usuário precisa que o sistema faça. Essas atividades são registradas em cartões e arranjadas da esquerda para a direita na ordem que elas naturalmente ocorrem. Jeff recomenda usar a ordem que você usaria se fosse descrever o processo do negócio para alguém não familiar com ele.

Abaixo de cada atividade dessas, organize as user stories associadas, colocando as mais importantes acima das menos importantes. Agora a espinha dorsal tem costelas. Cada estória está associada com uma atividade de usuário, e tem uma prioridade. Um plano de release pode ser visualmente representado desenhando uma linha horizontal da esquerda para a direita. Estórias acima da linha estão no release, e as abaixo não estão. Na verdade, vários releases podem ser planejados deste jeito, dividindo o mapa em ‘raias’ horizontais.

Que ferramentas ou técnicas você usa para planejar releases e ficar a par dos contextos em que as suas estórias existem? Deixe um comentário e compartilhe.

fonte: infoQ

Escrito por renatojcastro

Março 31, 2009 em 1:19 am

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Crise pode abrir espaço para o Brasil como fornecedor de serviços, diz Everest

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São Paulo – Em relatório patrocinado pela Softex, o instituto aponta os caminhos para o País tentar aproveitar a crise financeira.

Por Redação do COMPUTERWORLD

16 de março de 2009 – 15h45

No estudo “The Impact of the Global Economic Downturn on Outsourcing and Offshoring”, o Everest Institute defende que a crise financeira mundial pode gerar benefícios ao Brasil e colocar o País como um pólo mundial de terceirização offshore. O relatório teve o patrocínio da Softex.

O instituto apontou o investimento “em qualquer lugar menos na Índia” de organizações nos Estados Unidos e Europa como uma boa oportunidade para as empresas de terceirização brasileira. A movimentação para diversificar o risco global pode abrir caminho para o País. “O Brasil não atua como um competidor direto contra a Índia, mas precisa tentar se apresentar como um complemento benéfico”, diz o relatório.

O Everest aponta uma queda na diferença do pool de talentos no País em relação aos seus concorrentes. Em Nova Delhi, Índia, existem entre 117 e 118 mil profissionais formados que poderiam ser utilizados em serviços offshore, enquanto esse número em Buenos Aires, Argentina, é de 98 a 102 mil e em São Paulo, Brasil, é de 92 a 94 mil.

“Apesar da quantidade de profissionais, os centros [de empresas de terceirização] no Brasil são menores do que em outros países, o que indica potencial não explorado”, afirma o relatório.

O Brasil deve aproveitar a força do seu mercado interno e especialização em áreas como finanças, telecom, recursos naturais e SAP. “A combinação dessa experiência da indústria pode ser uma proposta atrativa”, acrescenta.

Fonte:  ComputerWorld

Escrito por renatojcastro

Março 26, 2009 em 12:39 pm

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Empreender na Web: mais chances de sucesso e menor risco

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março 23, 2009 by Vinicius
Debaixo da categoria Carreira

Empreender através da internet tem muitas vantagens em relação às demais áreas, mesmo dentro da própria TI. Uma das mais atrativas que considero é o baixo risco. É notório que a questão financeira , onde se corre o risco de perder toda aquela rescisão recebida do seu emprego anterior, tem um grande peso na decisão de se entrar num negócio.

Ser empreededor? Tem que ter muita coragem…

Tem que ter bastante sangue frio para investir num novo negócio, onde as taxas de insucessos são muito altas. Segundo o SEBRAE, em São Paulo…

A pesquisa mostra que 27% das empresas paulistas fecham em seu 1º ano de atividade. Essa taxa de mortalidade empresarial é elevada, porém é a menor taxa de fechamento de empresas em 10 anos de monitoramento por parte do SEBRAE-SP

Claro que na mesma proporção do risco de fracassar, está a satisfação de se estar fazendo o tipo de investimento mais promissor entre todos os disponíveis e ainda por cima ser dono do próprio nariz.

…Ou às vezes vai sem coragem mesmo

E quem diria, a crise financeira, com alguns setores da economia sofrendo mais com o desemprego, pode ser a grande mola propulsora para o sucesso. Na falta de opção, forçadamente você pode abrir um negócio por mera questão de sobrevivência e dar de cara com o sucesso.

Ponto comercial na internet?

O  “ponto comercial“  de sua empresa, quando na internet, nem sempre precisa ser o mais caro para ser visível ao seu público-alvo e para o maior número de pessoas. Coisa que não ocorre num ponto comercial tradicional, com caríssimos aluguéis (quando se acha um bom ponto, o que já é difícil).

A pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2008, que mede as taxas de empreendedorismo mundial, considerou o Brasil o terceiro país mais empreendedor do G20 (grupo que reúne as nações mais ricas seguidas de algunas emergentes), ficando atrás na América Latina apenas de Argentina e  México.

A Folha publicou um artigo contendo algumas experiências de empreendedores na Web que podem ser inspiradoras e encorajadoras para aqueles que preferem respirar o ar da liberdade empreendedora. Estar atento, aprender com erros e acertos dos outros poupa um bom tempo e pode evitar grandes fustrações no futuro.

Aguarde, vamos discutir aqui, ainda nesta semana, algumas considerações sobre conceitos equivocados sobre o que é ser um empreendedor…

Enquanto isso…

Pra você, qual a maior vantagem de ser um empreendedor na Web? e desvantagem? dê sua opinião!

Fonte:  Carreira e Certificações

Escrito por renatojcastro

Março 25, 2009 em 4:35 pm

Publicado em Certificações

SaaS conquista empresas pela agilidade

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A possibilidade de reduzir o tempo de implementação desponta como o principal fator para as organizações adotarem o modelo de software como serviço

Mark Everett Hall, Computerworld EUA

Publicada em 23 de março de 2009 às 11h31


Você conhece SaaS (software como serviço)? Existe uma série de coisas a respeito da evolução desse conceito que pode surpreender boa parte dos CIOs. Para começar, esse modelo vem ganhando mais flexibilidade do que antes. E, enquanto a TI está usualmente presa nos problemas de integração, pode buscar o apoio de novas ferramentas, estratégias e especialistas.

O grande ganho citado pelos CIOs que já adotaram o modelo, no entanto, diz respeito à agilidade de implementação permitida por essa arquitetura. De acordo com uma pesquisa realizada em março pelo Computerworld, com 70 organizações, o rápido desenvolvimento de aplicações representa o maior benefício do SaaS. Em segundo lugar, aparece a questão de reduzir a necessidade de investimentos, seguida pela possibilidade de customização.

Entre os casos que comprovam essa realidade está o da Medco Health Solutions – companhia com mais de 20 mil empregados, que atua com soluções para gestão de organizações do setor de saúde.

Jayme Antonoplos, diretora de gestão de compliance da companhia, conta que até 2006, a organização mantinha um emaranhado de aplicações escritas internamente para gerenciar e controlar uma série de regras e leis. Há pouco mais de dois anos, no entanto, a Medco optou por migrar esse ambiente de software para um provedor de serviços on demand. Entre outras vantagens, Jayme conta que, graças ao SaaS, a companhia conseguiu agilidade durante recentes processos de aquisição de outros players.

Outra corporação de grande porte que aponta os benefícios da velocidade que pode ser obtida com as aplicações on demand é a Link Theory Holdings, que produz roupas femininas. O grupo usa hoje um sistemas de business intelligence voltado a análise de ponto de venda gerenciado no modelo de SaaS.

“Nós até poderíamos fazer isso por conta própria”, justifica Keitaro Shigemasa, CIO da Link Theory. “Mas faltavam equipes e ferramentas de data warehouse. Além disso, demoraríamos três meses ou mais para desenvolver a solução”, acrescenta, lembrando que, no caso do modelo de software como serviço, o desenvolvimento da solução demorou apenas quatro semanas.

Escrito por renatojcastro

Março 25, 2009 em 2:30 pm

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Software como Serviço (SaaS)

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Após um bom tempo sem blogar, devido à finalização da minha graduação, retomo o blog com um novo conceito no mundo corporativo de tecnologia da informação que está revolucionando o modo como o departamento de TI das empresas estão se comportando.

Fornecimento Software como serviço (SaaS – Software as a Service) é um conceito em pauta em qualquer discussão de modelo de negócio na indústria de TI e consiste num modelo de entrega de software onde a aplicação é fornecida como um serviço aos clientes através da internet.

Um bom exemplo desse tipo de serviço é o Google Text & Spreadsheets. É uma maneira de prover aos usuários um software de processamento de textos e planilhas (assim como o Word e Excel) através da internet. E muita gente está pensando em diversos outros serviços neste modelo, como sistemas ERP. Dessa forma, o cliente não precisa da instalação de servidores e uma infra-estrutura para suportar a execução desse sistema. Tudo é hosteado no fornecedor do serviço.

Muita gente está apostando nesse modelo. O Gartner, por exemplo, estima que o mercado para aplicativos corporativos sendo fornecidos como um serviço conseguirá um crescimento anual composto equivalente a 22%, até 2011. Isso é mais do que o dobro do percentual previsto para todos os softwares corporativos. (referência)

Fonte: EmpreenderTI

Escrito por renatojcastro

Março 25, 2009 em 2:11 pm

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A Famosa pós!

with

Escrito por renatojcastro

Março 13, 2009 em 4:46 am

Publicado em Carreira